EPONA REGINA, UM CONVITE AO PASSADO

por segunda-feira, Abril 30, 2018

Essa é uma daquelas produções que nos apaixonam durante todas as etapas do trabalho, desde o desenvolvimento do seu conceito ao resultado final. Resgatar a magia do passado e adaptá-la ao presente é uma grande missão, ainda mais quando lidamos com crenças, esse tipo de narrativa de história mesmo sendo enxergada por outros olhos e em outro tempo tem de se manter fiel ás suas origens, não podendo ser alterada ou até mesmo ter seu peso histórico diminuído.

 

Epona, Epona Regina ou Epona Augusta, foi uma deusa celta dos cavalos, éguas e da fertilidade. A sua figura na arte é variável, dependendo da origem de representação. Nesse contexto, geralmente é representada com vestimentas, na presença de cavalos ou sozinha, além da imagem de celibatária – alguém que não demonstra interesse em casar-se, mantendo-se solteira.

Fotografia: Teo Gums. Modelo: Janaína Texeira. Insta: @teogums @janatexeira

Fotografia: Teo Gums. Modelo: Janaína Texeira. Insta: @teogums @janatexeira

A sua origem corresponde ao território da antiga Gália e Alemanha, mas se estendeu as províncias de Danúbio e também em Roma, isto é, locais onde as primeiras inscrições foram escavadas.

Além disso, foi a única deusa celta celebrada e declarada oficial em Roma, tendo o dia 18 de Dezembro no calendário romano o dia de sua celebração e festividade.

 

Fotografia: Teo Gums. Modelo: Janaína Texeira. Insta: @teogums @janatexeira

O seu culto ocorreu entre os anos de 1 d.C e 3 d.C e muitas das inscrições encontradas foram assinadas por soldados, ou seja, a deusa não era adorada somente por pessoas comuns, mas também por soldados romanos, especialmente aqueles que pertenciam à cavalaria.

Fontes:

Epona (Link clicável)

Celts and myths (Link clicável)

Colab de styling Jonathan Coelho e Teodoro Gums.

O fotógrafo descobriu a paixão pela fotografia ainda na adolescência, influenciado através de obras audiovisuais e editoriais de moda. Hoje, mantém-se na área fashion, principalmente com influências do streetwear e miscigenando a diversidade cultural encontradas no país em sua fotografia e como bagagem pessoal.

 

Que fantástico, não?! Vocês encontram o restante desse entre outros editoriais no site do Téo Gums (só clicar aqui). É sempre bom nos permitir viajar ao passado e ficar encantado com a sua beleza; num mundo em que estamos a olhar para frente ás vezes é formidável olhar para trás e perceber que lá também possuem coisas maravilhosas, cujas até nos impulsionam para um futuro mais claro e bonito.

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